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Seguros dos Forcados - Potier responde a Lara Vicente

Recebemos um comunicado de José Fernando Potier, Presidente da Associação Nacional de Grupos de Forcados, e onde responde às "afirmações e insinuações" que Lara Vicente lhe dirigiu. 

Comunicado do Presidente da direcção da ANGF

"Nestes últimos dias, vieram a público vários textos assinados por Lara Veiga Vicente que atentam à minha honra e ao meu bom nome, enquanto Presidente da Direcção da ANGF, a título pessoal e profissional.

Os textos atrás referidos contêm afirmações e insinuações graves sobre a minha pessoa, nomeadamente, que enquanto Presidente da ANGF nunca me importei com os interesses de cada grupo, que através dessa posição de Presidente da ANGF, benefício com a manutenção de apólices de seguro mais caras para os grupos, que a minha índole deixa muito a desejar, entre outras insinuações gravosas quanto à transparência dos assuntos dos seguros por mim tratados.

Assim, exercendo o direito de resposta, e defendendo o meu bom nome, a minha idoneidade e a minha honra, venho por este meio esclarecer alguns factos que tentei explicar à signatária dos escritos supra referidos, que pelos vistos não foram interpretados correctamente.

Comecei a minha atividade profissional numa mediadora de seguros em 11 de Novembro de 1992, depois de ter concluído o bacharelato em Gestão Seguradora e, posteriormente, Licenciatura em Economia. 

Pessoalmente, tinha seguro de Acidentes Pessoais – Forcados, desde 22 de Maio de 1987.

Em 1 de abril de 1994, a pedido de um então cabo de um Grupo de Forcados, efetuei a primeira Apólice de Acidentes Pessoais Grupo, para os elementos desse Grupo de Forcados.

Muitos outros cabos de Grupos de Forcados me contactaram no sentido de efetuarem um seguro idêntico ao anteriormente referido para os elementos dos seus Grupos de Forcados.

Para todos tentei sempre arranjar a melhor solução, isto é, através da mediação da empresa para quem trabalhava, da qual fui Diretor desde Fevereiro de 1994 até Março de 2013, garantida através das apólices de Acidentes Pessoais os elementos dos Grupos na actividade de Forcado, a qual incluía Treinos e Corridas de Toiros.

Após Março de 2013, criei uma mediadora de seguros na qual sou o Sócio-Gerente e, naturalmente, todos os seguros que ainda estavam na medição da anterior empresa, foram transferidos para a minha empresa.

De realçar que, entretanto, dois ou três desses contratos de seguros que fiz inicialmente, por decisão dos seus novos cabos, mudaram para outros mediadores, mas, na altura, mantiveram o que eu tinha negociado com as seguradoras, isto é, ninguém inovou, continuaram o que eu tinha negociado.

Resumindo, trabalho na área de seguros desde 1992, criei uma empresa, criei postos de trabalho, tenho os impostos em dia e vivo desta atividade profissional.

Nenhum dos elementos dos Órgãos Sociais da ANGF é remunerado. Os que trabalham fazem-no a de forma desinteressada sem receber qualquer valor pelo tempo que dedicam à ANGF. 

Relembro os mais esquecidos que a ANGF nasceu em 2002, ou seja, já eu trabalhava na área dos seguros há 10 anos, e desde sempre tentei arranjar a melhor solução relativamente aos seguros para os grupos de forcados, muitas das vezes em detrimento de algum possível benefício pessoal e profissional.

Aproveito também para referir que sempre pus à vontade todos os cabos dos grupos de forcados pertencentes à ANGF, para procurarem outra solução nesta matéria que entendessem ser mais viável para os seus interesses, ou seja, nunca nenhum grupo foi coagido ou influenciado para efectuar qualquer seguro através da minha pessoa.

Há cerca de um mês atrás, Lara Veiga Vicente contactou-me para falar da situação dos seguros, queria então saber o que se passava, que soluções havia e o que se estava a passar tendo em conta algumas situações que anteriormente existiam, não estando a ser considerados, nesta temporada, como anteriormente o eram.

Como faço a todos, expliquei-lhe o que se passava com a entrada em vigor da Portaria 249/2015, e a quem competia fazer os seguros dos intervenientes nas Corridas de Toiros (empresas promotoras dos espectáculos), as quais, como se passava antigamente, estão a passar essa responsabilidade para os Grupos de Forcados.

Pelo teor dos seus textos só posso concluir que não deve ter percebido nada do que lhe expliquei, mas disso não tenho culpa pois, os outros a quem expliquei e da mesma forma, perceberam o que transmiti.

Informo também que estive directamente envolvido na criação e elaboração do quadro legal que veio a dar a origem na Portaria 249/2015.

Tenho de acrescentar que, principalmente para a cobertura de Despesas de Tratamento, se o capital mínimo atual é de 3.750,00€, só assim o é derivado há minha insistência, pois com quem estava a negociar (com os representantes das seguradoras e com a mediação do representantes do estado), propunham que o capital mínimo fosse de 2.500,00€ e eu indicava que teria de ser de 5.000,00€.

Se isto não é defender os Forcados então o que é que é?

Após a Portaria 249/2015 ter sido promulgada (finais de agosto de 2015), comecei a negociar com o mercado segurador a realização de uma apólice Grupo para todos os Forcados, que melhor defenda os interesses dos grupos de forcados.

A proposta inicial que me foi feita, foi fazer-se uma apólice onde, queria a seguradora em causa que, obrigatoriamente, estivessem nessa apólice todos os Forcados da ANGF e eu respondi que não aceitava essa proposta, pelas seguintes razões:

1) Não são os Grupos de Forcados que têm a obrigação de fazerem os seguros;
2) Qualquer Grupo de Forcados tem a liberdade de trabalhar com quem quiser e não posso obrigar estes a estarem nessa apólice;
3) Se tal viesse a acontecer e se uns Grupos pagassem os valores dos seguros e os outros não o fizessem como se resolveria a situação?
4) Queria que cada Grupo tivesse a sua apólice e se responsabilizasse pelo seu pagamento.

Isto não é defender os Forcados e dar-lhes a oportunidade de trabalharem com quem quiserem?

Só para terminar informo que, com todas as alterações que alguns andaram a fazer, os Forcados já foram prejudicados pelo facto de, alguém ter pedido uma cotação de seguro para Forcados apenas em corridas de toiros e, nesta altura, a única seguradora que faz este tipo de seguros, e que aceitou assim fazer esse seguro, já não segura os Forcados nos treinos. A partir daquela altura, a seguradora em causa deixou de segurar os Forcados nos treinos, situação que, anteriormente estava garantida pelos seguros que eram mediados por mim.

Pelo que se percebe dos textos que Lara Veiga Vicente publicou a este respeito e sobre a minha pessoa, só posso concluir que, julgará que será pela calúnia e pela difamação que os cabos dos Forcados vão olhar para o que escreve.


Em relação a tudo o que escreveu sobre a minha pessoa, fico a aguardar que se venha retratar, nos próximos dias, nos locais onde foram publicados os seus textos, caso contrário terei de recorrer às instâncias competentes para que seja reposta a situação.

José Fernando Potier
Presidente da Direção da ANGF"

1 comentários:

Carlos Moita Pedroso at: 27 de maio de 2016 às 15:09 disse...

Olé se fosses cavaleiro dizia ferro ao estribo como és forcado digo que pegão!!

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