As imagens da Figueira da Foz por Pedro Batalha


As imagens das pegas realizadas na corrida de toiros em Figueira da Foz pela objectiva de Pedro Batalha.
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Já estão à venda os bilhetes para a corrida de Beja

Beja recebe nos dias 5 e 10 de Agosto a Feira Taurina de São Lourenço, com um importante e interessante cartel e uma novilhada de promoção aos novos valores.

No dia 5, pelas 22h, ocorrerá o evento mais importante deste certame. Irá despedir-se o forcado Joel Zambujeira (Amadores de Cascais), numa noite em que um elenco de luxo pisará a centenária Varela Crujo.

Rui Fernandes, Diego Ventura (que regressa a Beja) e Filipe Gonçalves lidam toiros de António Charrua, num espectáculo onde também o amador Joaquim Brito Paes irá lidar um novilho de seu ferro. As pegas estarão a cargo, para além do Grupo de Cascais, pelo grupo local, os Amadores de Beja. 

No dia 10 de Agosto (a tradicional data de São Lourenço), terá lugar uma interessante jornada taurina, que servirá de promoção aos novos valores. A cavalo actuarão Francisco Parreira e Francisco Correia Lopes; no que concerne a toureio a pé, os desempenhos estarão por conta de Sérgio Nunes, Luís Silva e João D' Alva. Pegam os Amadores de São Manços e Beja, lidando-se novilhos de Charrua, Canas Vigouroux, São Martinho, Santiago e Sobral. 

Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais podendo as reservas serem feitas para o numero 967 516 254, Sr. João Rosa.


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Parlamento chumbou projetos de lei para proibir apoios municipais a atividades tauromáquicas

O parlamento chumbou hoje os projetos de lei do BE, PEV e PAN que pediam o fim de financiamento autárquico às atividades tauromáquicas. Foi uma uma grande vitória da liberdade e da tauromaquia, com mais de 80% dos deputados a rejeitarem os projectos em causa. 

Na votação, os três projetos de lei do BE, PEV e PAN foram todos rejeitados. O projeto de lei do BE foi chumbado com os votos contra das bancadas do PSD, PS, CDS e PCP e os votos a favor do BE, PEV, PAN e 13 deputados socialistas.

Já o projeto de lei do PAN foi rejeitado com os votos contra do PSD, PS, CDS e PCP, os votos favoráveis do BE, PAN, PEV e 11 deputados socialistas e a abstenção de seis parlamentares do PS e um do CDS.

O projeto de lei do PEV foi chumbado com os votos do PSD, PS, PCP e CDS, apesar dos votos a favor do BE, PEV, PAN e 11 deputados socialistas, bem como a abstenção de seis parlamentares do PS.

O Parlamento Português foi uma vez mais muito lúcido e não admitiu as tentativas radicais e discriminatórias propostas por estes partidos, que atentavam contra os direitos e liberdades dos cidadãos portugueses e contra a autonomia municipal, num feroz ataque centralista. 

A Federação Portuguesa de Tauromaquia continuará a fazer o seu trabalho, congratulando-se com a atitude do Parlamento de salvaguardar os direitos e liberdades dos portugueses contra os ataques destes partidos radicais.
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Parlamento provou que o BE apoiou financeiramente a tauromaquia

O debate dos projectos antitaurinos gerou tensão e troca de acusações entre os bloquistas e as
bancadas do PSD e CDS, ficando marcado por um escândalo envolvendo o BE.

No período de debate que antecedeu as votações no parlamento, depois de questionar os bloquistas sobre se, enquanto lideraram a câmara de Salvaterra de Magos tinham retirado estes apoios, o deputado do PSD Nuno Serra pediu para distribuir uma proposta de junho de 2012, assinada pela então presidente da autarquia bloquista, Ana Cristina Ribeiro, na qual se reconheceu e declarou a tauromaquia como património cultural imaterial de interesse municipal.

Na resposta, e numa interpelação à mesa num momento de grande confusão no plenário, a deputada bloquista Mariana Mortágua questionou se o documento que foi apresentado no debate pelo PSD podia provar que enquanto o BE teve na Câmara de Salvaterra de Magos alguma vez houve algum apoio a alguma tourada.

Já depois da votação dos projetos de lei, o CDS entregou uma declaração de voto, no qual anexou uma ordem do dia de uma reunião da Câmara de Salvaterra de Magos, de 2010, na qual foi proposta uma "isenção de pagamento de taxas inerentes à emissão da licença de ocupação da via pública e especial de ruído, para a realização das Festas do Foral dos Toiros e do Fandango".

A realidade encarregou-se de provar que o BE não é coerente nem politicamente credível.
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