Depois de ter sido adiada a corrida de toiros prevista para sábado em Beja, onde Joel Zambujeira assumiria o comando do Grupo de Forcados Amadores de Cascais, o grupo já reuniu, onde ficou decidido que Pedro Marques se irá despedir no dia 2 de Junho em Beja, caso a corrida vá para a frente, como todos esperamos, ou então a passagem de testemunho será já no próximo dia 12 de Maio em Garvão, praça gerida por José Luís Zambujeira, antigo cabo do grupo de Cascais.
Corrida em Beja adiada para 2 de Junho
Devido ao mau tempo que se fez feito sentir em Beja nos últimos dias, e à chuva que caiu durante a manhã de sabado, a corrida agendada para essa tarde na cidade Pax Júlia, foi adiada para o próximo dia 2 de Junho.
Apesar dos esforços da empresa que já esta manhã voltou a colocar mais saibro na arena, e a determinação do director de corrida, Nuno Nery, não existiam condições mínimas para que o espectáculo decorre-se em segurança para os artistas.
Recordamos que esta corrida marcava a despedida de Pedro Marques do comando do Grupo de Cascais.
Espaço de Humor - por Manelito Caracol
Caetano, a figura
Quem conhece a nossa história, sabe que não tem sido fácil. Somos, talvez, o primeiro grupo de forcados de marca branca, sem história, sem grandes glórias, sem passado e provavelmente sem futuro…
Oito mil cento e sessenta e três alminhas assinaram um tal de movimento cívico para a abolição das corridas de touros e como foram a causa mais votada, ganharam o direito de ser recebidos pelo senhor primeiro-ministro.
É aqui que surge a primeira pergunta: O que é que andaram a fazer os nove mil trezentos e oitenta e quatro visitantes do farpas? Façam lá as contas… nove mil trezentos e oitenta e quatro menos oito mil cento e sessenta e três dá um saldo de mil duzentos e vinte e um. Fiz bem as contas?
Não tinha custado nada. Entrava-se na página dos movimentos e votava-se no segundo classificado. Ou então, quem sabe, era ter criado um movimento novo, chamado “abolição dos cãezinhos nas varandas e apartamentos”. Depois era somar os nove mil trezentos e oitenta e quatro votos e pronto. Estávamos descansadinhos.
Mas não. Nada disso. “Sempre tivemos esperança que eles não ganhassem”- dizia um tal empresário de uma famosa praça. “Com um bocadinho de sorte isto não dá em nada…”
Pois está claro.
Ainda este mês, Passos Coelho irá receber Sérgio Caetano, o promotor do movimento vencedor que defende que “mesmo em tempo de crise, a mensagem antitourada é uma causa relevante em termos sociais. (…) Acabar com as touradas é também um sinal de evolução, em termos de respeito, para uma sociedade mais pacífica e tolerante, para uma sociedade mais ética.”
Primeiro tenho pena que o senhor Sérgio Caetano não se dedique à tauromaquia. Ora reparem no apelido – CAETANO – se o desgraçado quisesse tornar-se cavaleiro tauromáquico, tinha meio caminho andado. Só lhe faltava o cavalo, uma quadrilha, um apoderado e uma namorada loira.
Depois, não posso deixar de comentar a sua afirmação. Gosto especialmente quando refere que acabar com as touradas é sinal de uma sociedade mais pacífica e tolerante.
Ai é?! Explique lá isso melhor.
Para mim, e pelo menos para uns nove mil trezentos e oitenta e quatro (que andaram por aí de braços cruzados), acabar com as touradas é sinal de intolerância, apenas. Não tolerar as tradições, os costumes, a história de um povo. Ou será que acham mesmo que tradição é comer linguiça de tofu e torresmos de soja?
Sr. Caetano, reúna um grupinho jeitoso de defensores da abolição das corridas de toiros (mesmo com aquelas t-shirts ensanguentadas), alugue uns autocarros e vá à procura dos Berrões, da bicha de Balazote e do touro de Mourão. Se isso não é história, não sei o que seja.
E depois não se esqueça de partilhar as fotos no facebook, que ainda sou capaz de “fazer um like”.
Gostava também de conhecer as estatísticas em que o Sr. Caetano se baseou para prever que uma sociedade sem touradas será mais pacífica. Das duas, uma: Ou andou a ligar para as cartas da Maya – O dilema - e recebeu certezas do além, ou os bandidos, os ladrões, os charlatões, os assassinos e os traficantes desta nossa sociedade são todos moços forcados, cavaleiros, apoderados ou empresários tauromáquicos…
Ok, é certo que há por aí um ou outro empresário mais mafioso, mas daí a ser considerado um serial killer, parece-me um bocadinho exagerado.
Pelo contrário, meu amigo. Ai fim e ao cabo, estou em crer que acabar com as corridas de toiros é que vai tornar a sociedade mais violenta. É que o pessoal se não tem toiro para espetar a farpa, vai ter de espetar em alguém (e se eu fosse a si fazia-me ao caminho!).
Sabe, nisto tudo o que me aflige é a despesa. Não sei onde estava com a cabeça quando no ano passado resolvemos, aqui na aldeia, formar um grupo de forcados. Continuo a insistir que teria sido tão mais fácil termos criado um grupo de danças de salão!
Mas não, nada disso. Forcado! Porque estão na moda, mete jantares, e as moças ficam excitadas quando nos veem com as calças justinhas.
E por isso, agora que gastámos mais de oitocentos contos em tecido para as casacas, livre-se o Sr. Caetano de me lixar a vida! Olhe que eu sou homenzinho para o pegar!!!!
Quem conhece a nossa história, sabe que não tem sido fácil. Somos, talvez, o primeiro grupo de forcados de marca branca, sem história, sem grandes glórias, sem passado e provavelmente sem futuro…
Oito mil cento e sessenta e três alminhas assinaram um tal de movimento cívico para a abolição das corridas de touros e como foram a causa mais votada, ganharam o direito de ser recebidos pelo senhor primeiro-ministro.
É aqui que surge a primeira pergunta: O que é que andaram a fazer os nove mil trezentos e oitenta e quatro visitantes do farpas? Façam lá as contas… nove mil trezentos e oitenta e quatro menos oito mil cento e sessenta e três dá um saldo de mil duzentos e vinte e um. Fiz bem as contas?
Não tinha custado nada. Entrava-se na página dos movimentos e votava-se no segundo classificado. Ou então, quem sabe, era ter criado um movimento novo, chamado “abolição dos cãezinhos nas varandas e apartamentos”. Depois era somar os nove mil trezentos e oitenta e quatro votos e pronto. Estávamos descansadinhos.
Mas não. Nada disso. “Sempre tivemos esperança que eles não ganhassem”- dizia um tal empresário de uma famosa praça. “Com um bocadinho de sorte isto não dá em nada…”
Pois está claro.
Ainda este mês, Passos Coelho irá receber Sérgio Caetano, o promotor do movimento vencedor que defende que “mesmo em tempo de crise, a mensagem antitourada é uma causa relevante em termos sociais. (…) Acabar com as touradas é também um sinal de evolução, em termos de respeito, para uma sociedade mais pacífica e tolerante, para uma sociedade mais ética.”
Primeiro tenho pena que o senhor Sérgio Caetano não se dedique à tauromaquia. Ora reparem no apelido – CAETANO – se o desgraçado quisesse tornar-se cavaleiro tauromáquico, tinha meio caminho andado. Só lhe faltava o cavalo, uma quadrilha, um apoderado e uma namorada loira.
Depois, não posso deixar de comentar a sua afirmação. Gosto especialmente quando refere que acabar com as touradas é sinal de uma sociedade mais pacífica e tolerante.
Ai é?! Explique lá isso melhor.
Para mim, e pelo menos para uns nove mil trezentos e oitenta e quatro (que andaram por aí de braços cruzados), acabar com as touradas é sinal de intolerância, apenas. Não tolerar as tradições, os costumes, a história de um povo. Ou será que acham mesmo que tradição é comer linguiça de tofu e torresmos de soja?
Sr. Caetano, reúna um grupinho jeitoso de defensores da abolição das corridas de toiros (mesmo com aquelas t-shirts ensanguentadas), alugue uns autocarros e vá à procura dos Berrões, da bicha de Balazote e do touro de Mourão. Se isso não é história, não sei o que seja.
E depois não se esqueça de partilhar as fotos no facebook, que ainda sou capaz de “fazer um like”.
Gostava também de conhecer as estatísticas em que o Sr. Caetano se baseou para prever que uma sociedade sem touradas será mais pacífica. Das duas, uma: Ou andou a ligar para as cartas da Maya – O dilema - e recebeu certezas do além, ou os bandidos, os ladrões, os charlatões, os assassinos e os traficantes desta nossa sociedade são todos moços forcados, cavaleiros, apoderados ou empresários tauromáquicos…
Ok, é certo que há por aí um ou outro empresário mais mafioso, mas daí a ser considerado um serial killer, parece-me um bocadinho exagerado.
Pelo contrário, meu amigo. Ai fim e ao cabo, estou em crer que acabar com as corridas de toiros é que vai tornar a sociedade mais violenta. É que o pessoal se não tem toiro para espetar a farpa, vai ter de espetar em alguém (e se eu fosse a si fazia-me ao caminho!).
Sabe, nisto tudo o que me aflige é a despesa. Não sei onde estava com a cabeça quando no ano passado resolvemos, aqui na aldeia, formar um grupo de forcados. Continuo a insistir que teria sido tão mais fácil termos criado um grupo de danças de salão!
Mas não, nada disso. Forcado! Porque estão na moda, mete jantares, e as moças ficam excitadas quando nos veem com as calças justinhas.
E por isso, agora que gastámos mais de oitocentos contos em tecido para as casacas, livre-se o Sr. Caetano de me lixar a vida! Olhe que eu sou homenzinho para o pegar!!!!
"Este texto não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es)"
Amanhã "Arte e Emoção" na RTP2
Sábado é dia do magazine tauromáquico "Arte e Emoção" na RTP 2 e a V Festa do Forcado estará em destaque. Aqui fica a sinopse do programa:
A grande Festa do Forcado com o empolgante concurso de cernelhas teve este ano lugar no Campo Pequeno – foram dois dias marcados por recreações históricas e muita emoção em praça.
Os temíveis toiros Canas Vigouroux irão marcar presença no Arte & Emoção, tal como a visita habitual às escolas de toureio do nosso país.
Oportunidade para recordar o II Fórum Mundial da Cultura Taurina que decorreu na Ilha Terceira e desvendar a história que levou à embolação dos toiros em Portugal.
A grande Festa do Forcado com o empolgante concurso de cernelhas teve este ano lugar no Campo Pequeno – foram dois dias marcados por recreações históricas e muita emoção em praça.
Os temíveis toiros Canas Vigouroux irão marcar presença no Arte & Emoção, tal como a visita habitual às escolas de toureio do nosso país.
Oportunidade para recordar o II Fórum Mundial da Cultura Taurina que decorreu na Ilha Terceira e desvendar a história que levou à embolação dos toiros em Portugal.
Espaço do Leitor - Ricardo Costa da T. T. Terceirense
Faça como o nosso seguidor Ricardo Costa e envie o seu contributo para engrandecer este espaço que é também seu!
"A aficion na Ilha Terceira não tem limites...
Na foto um pequeno "forcado" de nome Tomás Costa, com apenas 3 anos de idade, a demonstrar a arte de bem pegar toiros.
É desta forma que o futuro dos Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense está assegurado. Olé
Na foto um pequeno "forcado" de nome Tomás Costa, com apenas 3 anos de idade, a demonstrar a arte de bem pegar toiros.
É desta forma que o futuro dos Forcados Amadores da Tertúlia Tauromáquica Terceirense está assegurado. Olé
Ricardo Costa"
Com Tradições - Os Famosos desde 1999
| Amadores de Cascais |
| Amadores de Beja |
| Profissionais |
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| Familia Lampreia e amigas |
| uma equipa de peso |
SABIA QUE... A PEGA DE CARAS
- Existem três maneiras de «pegas de caras». A primeira, quando já não existe outra hipótese de não deixar o toiro ir «vivo», ou seja, quase a bater no «rabo» -como os antigos forcados, hoje ainda existo, mas com o toiro de frente - com o grupo todo em «molho», a que se chama «agarrar». A segunda, nos mesmos termos, mas com o toiro dentro de «tábuas»e quase a «barbeá-las», ou seja a «sesgo». Nuno Salvação Barreto, seu inventor, recorria a esta técnica, mas com o toiro nos tércios, fazendo a diagonal para as «tábuas». Como é óbvio, nestas duas maneiras de «pegar» não existe cite, tempos e toureio, mas é imprescindível a sua utilização como último recurso para qualquer Grupo.
É verdade que estas situações surgem, ou porque o toiro apresenta defeitos não percetíveis aos cabos, ou porque o forcado da cara no «receber» não esteve como o cabo pretendia e se vai complicando, ou também porque o toiro se apresenta possante, com idade, «mexido» e manso, mas que se tenta na «cara» a primeira tentativa, indo depois a pior.
Na pega de «cara», depois de o toiro ficar colocado no terreno que o cabo instruiu ao bandarilheiro; com o toiro de frente para o forcado e os ajudas devidamente colocados, o “cite” pode começar. Deve dar-lhe todas as vantagens, mostrar-se bem, chamar e alegrar; parar, marcando a figura; mandar carregando a sorte, alegrando-o e falar; quando recua, trazer o toiro templado - a mesma velocidade relativa com que o toiro investe -; «consentir», e fechar-se na barbela ou na córnea e, se possível, também de pernas. No caso de o forcado ser «cornaleiro» directo, este deve «consentir» um pouco mais, dado «fechar-se» num movimento de braços mais curto.
Sendo o FORCADO a muleta do toureio da Corrida à Portuguesa, a «pega» de caras realiza-se marcando os três tempos do toureio apeado; PARAR, MANDAR E TEMPLAR.
OBS. - Não restam dúvida que a maior parte das ganadarias portuguesas têm encaste espanhol; sabemos também que no toureio a pé o toiro que “mete” um “piton - quer seja esquerdo ou direito -, este será feito pelo “piton” que está bom, no caso dos dois “maus”, despacha-o o mais rápido possível , torna-se evidente que em Portugal fazem a mesma coisa no toureio a cavalo, no “capote” e no Forcado da “cara”. Não sendo tão evidente no primeiro caso, no segundo observa-se melhor e no terceiro isso torna-se flagrante, uma vez que, se os toiros o fazem em lá, o mesmo sucede em Portugal, cuja «muleta» é o FORCADO .
A dificuldade em «pegar» avoluma-se, porque o mais provável é meter uma «bola» por entre as pernas, dar uma «bolada» e até «derrotar» inclinando o forcado para qualquer dos lados, o que faz que muitas das vezes caia fora da «caixa». São estes defeitos e outros, como por exemplo o toiro «burriciego» que sofre de «presbitismo» ou seja, vê ao longe, mas pouco ou nada ao perto; assim como o que não «humilha», em que mete a «cabeça» por alto a «atropelar».
O mesmo se passa quando um toiro humilha de mais. Aqui ao lado, quando o toureiro percebe isso, ainda tem a hipótese de o “levantar”, dado tornar-se perigoso tourear com o toiro a cheirar as «chinelas», pois no remate dos «lances» ou «passes», altura em que o toiro, por lhe faltar o «engano» que perseguia, o toureiro fica sujeito a um derrote mais ou menos pronunciado, consoante o estado em que o toiro se encontre.
De igual modo sucede com o FORCADO quando este o «templa»; o toiro «arma o derrote» nas “canelas».
Pode dizer-se… «mas o Cabo pode mandar levantar», pois pode, e é isso que manda fazer… mas às vezes há «orelhas moucas».
Todos estes defeitos e outros, muitas das vezes não são perceptíveis há maioria dos aficionados e «cronistas», razão porque é mais fácil dizer «o forcado da cara não esteve bem a receber».
Ou será que os toiros chegam à «PEGA de CARAS» sem defeitos? É que dentro da «teia», passa-se muita coisa e, se estivermos atentos, quando «toca para a cara», percebe-se isso. Não quer dizer que todos os forcados estejam bem com os toiros, de maneira nenhuma, porque alguns o não estão, só que a «pega”» é feita de muitos pormenores que, mesmo que possam parecer pequenos, interferem, e de que maneira, na conclusão de uma boa pega há primeira.
Fácil analisar e criticar, difícil é «pegar» em milésimos de segundo um «comboio» a mudar constantemente de «agulha», de «percurso» e que não abranda no «apeadeiro», nem para na «estação».
Inauguração da Tertúlia do GFA Évora
O Grupo de Forcados Amadores de Évora tem o prazer de convidar todos os
antigos elementos, amigos, familiares, simpatizantes e aficionados a
estarem presentes na Arena Évora hoje, terça feira, dia 24 Abril,
às 22h, para a inauguração oficial da tertúlia do GFAÉvora.
AINDA OS PALHAS NO CAMPO PEQUENO
Carlos P. Álvares (Chaubet)
Sou do tempo em que, quando se queria escrever ou dizer qualquer coisa menos agradável a alguém, se tomava a responsabilidade desse acto, assinando-o ou dizendo-o frontalmente a essa pessoa. Fazê-lo de forma anónima, considerava-se uma fraqueza, uma cobardia. Todavia os tempos são outros e concluo que devo estar ultrapassado neste meu conceito. O ter recebido SEIS(!?) reparos, todos anónimos, ao que escrevi sobre o espectáculo de inauguração do C.P. é que me leva a esta conclusão.Pelos vistos, modernamente, o esconder-se sob o anonimato, é prática corrente. Já não tem a carga perjurativa que os velhos,os do meu tempo, lhe atribuíam. Está bem. Com a tolerância e paciência que a idade nos dá, vou fazer mais do que escritos anónimos merecem. Vou comentá-los. Até por ser uma tarefa que tem um pouco de pedagogia pois penso, pelo entusiasmo posto nos comentários ao meu escrito, que são jovens que além de tendenciosos, teem dificuldade de interpretação.
"TOIROS SÉRIOS, TARDIOS MAS BASTANTE CONTUNDENTES NO ARRANQUE, RONDANDO OS 570 QUILOS.Em Espanha nem todos se dispõem a toureá-los. Não foi uma noite igual a tantas outras que tenho presenciado nesta praça. Houve valor acima da média. Luta e garra. Não foram valentes porque a farda os obriga a tal. Foram-no por serem. " Aqui há elogio aos dois grupo. Ou não há? Aliás destaco o de Santarém "que correspondeu com brilho às exigências impostas pelos Palhas"Digo. Do Grupo de Lisboa disse: é credor de um aceno de simpatia por nunca ter voltado cara." Será esta uma opinião t
"
REFERÊNCIA À MINHA FACETA TENDENCIOSA (julgo que, na interpretação dos anónimos, na minha apreciação protegi o Grupo de Lisboa). Escrevi: "O Grupo de Forcados de Lisboa não foi feliz, deixando quase os seus créditos irem por água abaixo". O que possivelmente queriam, é que não tivesse posto o quase. Porém, se lerem os meus comentários sobre forcados, sejam de grupo forem, se tiver havido demonstração de valentia, estoicismo, garra, que é o que mais prezo no Forcado esse aspecto.leva-me até a não citar qualquer momento menos correto de uma pega. Será este comportamento tendencioso? Ou serão antes os anónimos os tendenciosos? Por serem contra um grupo, querem que eu também seja.
Nas minhas avaliações raramente dou relevo ao facto, infelizmente agora tão habitual, de saltar um elemento, às vezes até mais que um, a ajudar os companheiros que estão na arena.Não gosto de ver e no meu tempo era impensável mas...Pior é quando, toiro parado, os que estão além dos oito tradicionais e. a quem apelidei de "excedentários", fogem para a trincheira para darem ideia de que foram só os oito iniciais a entrar na pega."
Por fim, repito o que escrevo sempre que há ocasiões destas e é minha convicção por há muito conhecer forcados: "COM TOIROS DESTES NÃO ACABAVAM OS FORCADOS PORQUE; FELIZMENTE; COMO REPITO SEMPRE, A VALENTIA NÃO É MONOPÓLIO DE NENHUMA GERAÇÃO MAS, TENHO A CERTEZA QUE DEIXAVA DE SER MODA".
Tenho esperança que tenham compreendido devidamente que actualmente não "puxo" por nenhum grupo. gosto é de ver uma boa pega, um bom comportamento de um grupo ou de um forcado.
"TOIROS SÉRIOS, TARDIOS MAS BASTANTE CONTUNDENTES NO ARRANQUE, RONDANDO OS 570 QUILOS.Em Espanha nem todos se dispõem a toureá-los. Não foi uma noite igual a tantas outras que tenho presenciado nesta praça. Houve valor acima da média. Luta e garra. Não foram valentes porque a farda os obriga a tal. Foram-no por serem. " Aqui há elogio aos dois grupo. Ou não há? Aliás destaco o de Santarém "que correspondeu com brilho às exigências impostas pelos Palhas"Digo. Do Grupo de Lisboa disse: é credor de um aceno de simpatia por nunca ter voltado cara." Será esta uma opinião t
"
REFERÊNCIA À MINHA FACETA TENDENCIOSA (julgo que, na interpretação dos anónimos, na minha apreciação protegi o Grupo de Lisboa). Escrevi: "O Grupo de Forcados de Lisboa não foi feliz, deixando quase os seus créditos irem por água abaixo". O que possivelmente queriam, é que não tivesse posto o quase. Porém, se lerem os meus comentários sobre forcados, sejam de grupo forem, se tiver havido demonstração de valentia, estoicismo, garra, que é o que mais prezo no Forcado esse aspecto.leva-me até a não citar qualquer momento menos correto de uma pega. Será este comportamento tendencioso? Ou serão antes os anónimos os tendenciosos? Por serem contra um grupo, querem que eu também seja.
Nas minhas avaliações raramente dou relevo ao facto, infelizmente agora tão habitual, de saltar um elemento, às vezes até mais que um, a ajudar os companheiros que estão na arena.Não gosto de ver e no meu tempo era impensável mas...Pior é quando, toiro parado, os que estão além dos oito tradicionais e. a quem apelidei de "excedentários", fogem para a trincheira para darem ideia de que foram só os oito iniciais a entrar na pega."
Por fim, repito o que escrevo sempre que há ocasiões destas e é minha convicção por há muito conhecer forcados: "COM TOIROS DESTES NÃO ACABAVAM OS FORCADOS PORQUE; FELIZMENTE; COMO REPITO SEMPRE, A VALENTIA NÃO É MONOPÓLIO DE NENHUMA GERAÇÃO MAS, TENHO A CERTEZA QUE DEIXAVA DE SER MODA".
Tenho esperança que tenham compreendido devidamente que actualmente não "puxo" por nenhum grupo. gosto é de ver uma boa pega, um bom comportamento de um grupo ou de um forcado.
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