Parlamento provou que o BE apoiou financeiramente a tauromaquia

O debate dos projectos antitaurinos gerou tensão e troca de acusações entre os bloquistas e as
bancadas do PSD e CDS, ficando marcado por um escândalo envolvendo o BE.

No período de debate que antecedeu as votações no parlamento, depois de questionar os bloquistas sobre se, enquanto lideraram a câmara de Salvaterra de Magos tinham retirado estes apoios, o deputado do PSD Nuno Serra pediu para distribuir uma proposta de junho de 2012, assinada pela então presidente da autarquia bloquista, Ana Cristina Ribeiro, na qual se reconheceu e declarou a tauromaquia como património cultural imaterial de interesse municipal.

Na resposta, e numa interpelação à mesa num momento de grande confusão no plenário, a deputada bloquista Mariana Mortágua questionou se o documento que foi apresentado no debate pelo PSD podia provar que enquanto o BE teve na Câmara de Salvaterra de Magos alguma vez houve algum apoio a alguma tourada.

Já depois da votação dos projetos de lei, o CDS entregou uma declaração de voto, no qual anexou uma ordem do dia de uma reunião da Câmara de Salvaterra de Magos, de 2010, na qual foi proposta uma "isenção de pagamento de taxas inerentes à emissão da licença de ocupação da via pública e especial de ruído, para a realização das Festas do Foral dos Toiros e do Fandango".

A realidade encarregou-se de provar que o BE não é coerente nem politicamente credível.

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